Live and love life.
Tua voz me faz tão bem.
Hoje quando tudo começou a ficar vazio, procurei ver um filme pra distrair. Ontem aconteceu a mesma coisa, então aproveitei que era tarde e fui dormir pra ver se tudo acordava melhor no dia seguinte. Às vezes quando não me restam escolhas, eu simplesmente coloco uma música no ouvido e fico lá esperando o tempo passar. Mas às vezes eu fico me perguntando até quando vai ser assim. E se um dia eu enjoar de todos os filmes, não tiver sono suficiente pra dormir e cansar de todas as músicas?
Pessoas boas sofrem até se tornarem más.
Quem está solteiro rebloga, quem está namorando dá like.
Fica mais, fica mais um pouco, porque muito de você pra mim ainda é pouco.
Charlie Brown Jr. (via segredosdeumpoeta)

chicaofans:

Adorei esses desenhos , queria descobrir quem é que fez! 

PERFEITOS 


Vivemos em uma realidade de adultos versus adolescentes. Como qualquer adolescente, já fui tachada como “inútil” inúmeras vezes e sou obrigada a conviver com o preconceito durante vinte e cinco horas de cada dia da minha vida. É como uma overdose de desrespeito e humilhação, e tudo isso pelos seguintes motivos: opa, que motivos? Assim como noventa e nove por centro dos jovens de hoje em dia, eu acordo cedo com a cara amassada, cabelo bagunçado e um mal humor ácido que faz com que eu tenho náuseas a cada vez que alguém dirige alguma palavra para mim às cinco e meia da manhã! Encaro o espelho e tenho que lidar, tomada por desgosto, com a minha aparência fora-dos-padrões-de-beleza-da-sociedade. Aliás, meus queridos adultos, vocês fazem uma mínima ideia do quanto é difícil fazer parte de uma geração onde absolutamente tudo pode ser - e sempre é - julgado? Sim, nós geralmente estamos de cara amarrada. Ah, fala sério! Onde foi que eu assinei me comprometendo a estar feliz o tempo todo? Não sou obrigada a sorrir só porque eu não trabalho, não pago contas e não tenho uma família para sustentar. Afinal, eu estudo e ajudo minha mãe com serviços domésticos. É pouco? Sim, mas é o que eu posso fazer. Mas, ao contrário do que vocês pensam, os “aborrecentes” também ficam felizes, até mesmo com as coisas mais simples! Poder dormir até mais tarde, almoçar a comida favorita, passar a tarde com os amigos, aprender a cantar a nova música da banda que amamos, conseguir tirar uma nota boa, ler um bom livro, beijar a paixão de nossas vidas, fazer idiotices, assistir um desenho animado nostálgico, passar o dia na internet…Hum, esse é o principal problema. Que filho nunca ouviu um sermão da mãe sobre você-só-fica-nesse-computador? Nós passamos tempo ilimitado na internet porque nela encontramos, além de uma infinidade de formas de nos divertirmos, pessoas que nos aceitam e nos fazem bem! Há muitas amizades e amores verdadeiros que só se tornaram possíveis pela internet. Existem muitos perigos, lógico, mas não é só isso! E então dizem “na minha época adolescentes faziam isso e aquilo”…É tão difícil assim entender que a “sua época” já passou, os tempos mudaram e hoje em dia tudo é absurdamente diferente? Jovens da atualidade não são piores só porque não se comportam como vocês se comportavam na juventude de vocês, caros adultos, afinal, não podemos parar no tempo, não é mesmo? Vocês nos criticam como se nunca tivessem passado por essa fase da vida. Será que, quando nos tornamos adultos, simplesmente esquecemos de todas as confusões da juventude? Será que todas as notas baixas, paixões platônicas, amizades falsas, lágrimas derramadas, crises de autoestima e nhé nhé nhé são excluídos do nosso cérebro assim, de uma hora para a outra? Creio que não. A realidade é que é muito mais fácil menosprezar um adolescente por seu erros e por ter hábitos diferentes aos de mil novecentos e minha avó era virgem, do que valorizar as coisas boas feitas pelos mesmos! Hoje em dia, grande parte da ciência, literatura popular - no Tumblr, por exemplo - projetos sociais e ótimas classificações em concursos são fruto do talento e dedicação de jovens. Não posso negar que grande parte de nós se afundou em caos: tudo gira em torno de sexo, drogas, bebida e desrespeito! O amor e a amizade estão ameaçados de extinção, qualquer probleminha é desculpa para perfurar veias e a única responsabilidade e comprometimento é beijar o máximo de bocas possível em uma só noite. Além disso, ainda há aquela palavra que vem se tornando cada vez mais popular, o tal “bullying”! Enfim, como tudo na vida, adolescentes têm seus defeitos e suas qualidades. Mas vocês, adultos, só enxergam o pior. E julgam, criticam, humilham, reclamam até nos deixarem deprimidos. E não, não é drama, tempestade em copo d’água ou sei lá o quê! Mas nós somos sensíveis…Fazemos quase tudo errado, temos milhões de defeitos e decepcionamos muita gente, mas sabe? Também merecemos amor e respeito, carinho e liberdade de expressão! Merecemos um pouquinho de compreensão porque também não somos culpados por essa fase conturbada pela qual estamos passando. Talvez seja melhor trocar o esporro de todos os dias no filho adolescente por uma conversa animada e, ao invés de criticar sem saber de nada, procurar estabelecer uma amizade saudável, que tal? Esse blá blá blá todo, na realidade, foi uma súplica - em nome dos jovens - para que vocês, adultos, pensem duas vezes antes de triturar nossos coração e esgotarem nossa paciência com todas essas reclamações e esse desprezo. E, por favor: res-pei-to! Afinal, como exigem que sejamos respeitosos com vocês se nos tratam como lixo humano?”
— Adolescente também é humano, né? (pseudo-coração)

Vivemos em uma realidade de adultos versus adolescentes. Como qualquer adolescente, já fui tachada como “inútil” inúmeras vezes e sou obrigada a conviver com o preconceito durante vinte e cinco horas de cada dia da minha vida. É como uma overdose de desrespeito e humilhação, e tudo isso pelos seguintes motivos: opa, que motivos? Assim como noventa e nove por centro dos jovens de hoje em dia, eu acordo cedo com a cara amassada, cabelo bagunçado e um mal humor ácido que faz com que eu tenho náuseas a cada vez que alguém dirige alguma palavra para mim às cinco e meia da manhã! Encaro o espelho e tenho que lidar, tomada por desgosto, com a minha aparência fora-dos-padrões-de-beleza-da-sociedade. Aliás, meus queridos adultos, vocês fazem uma mínima ideia do quanto é difícil fazer parte de uma geração onde absolutamente tudo pode ser - e sempre é - julgado? Sim, nós geralmente estamos de cara amarrada. Ah, fala sério! Onde foi que eu assinei me comprometendo a estar feliz o tempo todo? Não sou obrigada a sorrir só porque eu não trabalho, não pago contas e não tenho uma família para sustentar. Afinal, eu estudo e ajudo minha mãe com serviços domésticos. É pouco? Sim, mas é o que eu posso fazer. Mas, ao contrário do que vocês pensam, os “aborrecentes” também ficam felizes, até mesmo com as coisas mais simples! Poder dormir até mais tarde, almoçar a comida favorita, passar a tarde com os amigos, aprender a cantar a nova música da banda que amamos, conseguir tirar uma nota boa, ler um bom livro, beijar a paixão de nossas vidas, fazer idiotices, assistir um desenho animado nostálgico, passar o dia na internet…Hum, esse é o principal problema. Que filho nunca ouviu um sermão da mãe sobre você-só-fica-nesse-computador? Nós passamos tempo ilimitado na internet porque nela encontramos, além de uma infinidade de formas de nos divertirmos, pessoas que nos aceitam e nos fazem bem! Há muitas amizades e amores verdadeiros que só se tornaram possíveis pela internet. Existem muitos perigos, lógico, mas não é só isso! E então dizem “na minha época adolescentes faziam isso e aquilo”…É tão difícil assim entender que a “sua época” já passou, os tempos mudaram e hoje em dia tudo é absurdamente diferente? Jovens da atualidade não são piores só porque não se comportam como vocês se comportavam na juventude de vocês, caros adultos, afinal, não podemos parar no tempo, não é mesmo? Vocês nos criticam como se nunca tivessem passado por essa fase da vida. Será que, quando nos tornamos adultos, simplesmente esquecemos de todas as confusões da juventude? Será que todas as notas baixas, paixões platônicas, amizades falsas, lágrimas derramadas, crises de autoestima e nhé nhé nhé são excluídos do nosso cérebro assim, de uma hora para a outra? Creio que não. A realidade é que é muito mais fácil menosprezar um adolescente por seu erros e por ter hábitos diferentes aos de mil novecentos e minha avó era virgem, do que valorizar as coisas boas feitas pelos mesmos! Hoje em dia, grande parte da ciência, literatura popular - no Tumblr, por exemplo - projetos sociais e ótimas classificações em concursos são fruto do talento e dedicação de jovens. Não posso negar que grande parte de nós se afundou em caos: tudo gira em torno de sexo, drogas, bebida e desrespeito! O amor e a amizade estão ameaçados de extinção, qualquer probleminha é desculpa para perfurar veias e a única responsabilidade e comprometimento é beijar o máximo de bocas possível em uma só noite. Além disso, ainda há aquela palavra que vem se tornando cada vez mais popular, o tal “bullying”! Enfim, como tudo na vida, adolescentes têm seus defeitos e suas qualidades. Mas vocês, adultos, só enxergam o pior. E julgam, criticam, humilham, reclamam até nos deixarem deprimidos. E não, não é drama, tempestade em copo d’água ou sei lá o quê! Mas nós somos sensíveis…Fazemos quase tudo errado, temos milhões de defeitos e decepcionamos muita gente, mas sabe? Também merecemos amor e respeito, carinho e liberdade de expressão! Merecemos um pouquinho de compreensão porque também não somos culpados por essa fase conturbada pela qual estamos passando. Talvez seja melhor trocar o esporro de todos os dias no filho adolescente por uma conversa animada e, ao invés de criticar sem saber de nada, procurar estabelecer uma amizade saudável, que tal? Esse blá blá blá todo, na realidade, foi uma súplica - em nome dos jovens - para que vocês, adultos, pensem duas vezes antes de triturar nossos coração e esgotarem nossa paciência com todas essas reclamações e esse desprezo. E, por favor: res-pei-to! Afinal, como exigem que sejamos respeitosos com vocês se nos tratam como lixo humano?

— Adolescente também é humano, né? (pseudo-coração)